pois bem, parece que afinal o nosso "adorado" PM decidiu aceitar a presidência da Comissão Europeia, deixando assim de ser nosso PM.
Mas vejamos bem as coisas. Quando António Guterres era pm também lhe foi oferecido semelhante cargo que este recusou, alegando a responsabilidade que tinha perante a nação. O pm do Luxamburgo fez o mesmo à semanas, somente o nosso pm, perante um país em crise económica e social, com uma recuperação económica débil e instavél, com um governo de coligação e logo frágil, aceita ABANDONAR uma nação para favorecer a sua ambição pessoal.
Vejamos outra coisa, Durão Barroso tornou-se presidente do PSD quando Marcelo R. de Sousa inesperadamente saíu desse cargo, após a queda da AD (para quem se lembra), a seguir, tornou-se 1º ministro após o então pm António Guterres ter-se inesperadamente demitido após o PS perder as eleições autárquicas, e agora torna-se inesperadamente (ou tlz não) presidente da comissão europeia.
Outra nota importante, quando o PS perdeu as eleições autarquicas, António Guterres demitiu-se dizendo que era evidente que havia uma mudança de vontade política evidente no povo, a oposição apludiu (na altura com o PSD à cabeça), a coligação perdeu desastrosamente e por uma percentagem muito maior as recentes eleições europeias, face a esta situação, os dois partidos da coligação vieram desvalorizar os resultados, referenciando a abstenção, e mantiveram-se no governo.
ainda no seguimento da demissão do Durão Barroso, o CDS-PP já veio dizer que apoia uma continuidade, pois é, estão com medo de perder um tacho que sabem que depois da merda (perdoem a expressão) toda que fizeram tão cedo não voltam para lá.
é Caso para dizer que o nosso país está entregue aos bichos e a culpa em parte é de todos nós. quando dizemos que não queremos saber de política, que não votamos, que não nos interessa, estamos a deixar que outros façam as escolhas por nós, escolhas essas que os vão favorecer a eles e seguramente nos prejudicarão a todos.
Uma última nota vai para todos os que não votam e gabam-se disso, falo claro daqueles que podendo exercer o seu direito de voto não o fazem. Acordem para a vida, vivemos numa democracia e somos obrigados, quer nos agrade ou não a participar nela, seja activamente seja passivamente, mas duma forma ou de outra vamos colher a sementeira que fizermos, inclusivamente a do desinteresse e desprezo.
Para terminar lembro duas frase que penso que se aplicam a tudo o que disse
"A César o que é de César e a Deus o que é de Deus."
"A cada um segundo as suas obras."
Agora adivinhem quem disse